Só a bateria
Serve quando a carga crítica é definida e a queda esperada cabe na capacidade instalada. A bateria ainda corta a ponta todo dia.
Armazenamento de energia · Backup
A escolha depende de quanto tempo a empresa pode ficar sem energia, de qual carga precisa continuar ligada e de quanto dura a queda. O Grupo Partners dimensiona o backup pela carga medida, e a mesma bateria corta a ponta no dia a dia.

2MWh
de bateria em operação numa indústria em Atibaia, com 1 MW de potência
950kW
descarregados na ponta pela bateria dessa fábrica
+20MWh
em baterias (BESS) vendidas em 2025
A escolha
Bateria para a carga que não pode esperar e para quedas que cabem na capacidade instalada. Gerador para quedas longas. Em muitas empresas os dois convivem, e a bateria também trabalha todo dia na ponta.
O gerador a diesel é a solução conhecida de backup, e continua certa quando a queda de energia pode durar muito. O que muda com a bateria é o intervalo entre a queda e a volta da energia: ela assume a carga sem esperar a partida de um motor, e o conjunto de baterias não consome combustível parado.
A decisão sai de três dados: a carga que precisa continuar ligada, o tempo que ela pode ficar sem energia e a duração das quedas que a empresa enfrenta. Quando o backup cobre só a carga que não pode parar, a bateria fica menor e o investimento cai junto.
A bateria assume a carga em intervalo curto e trabalha todo dia no horário de ponta. O gerador sustenta autonomia longa, com combustível e manutenção por conta da empresa.
| Critério | Bateria (BESS) | Gerador a diesel |
|---|---|---|
| Partida | Assume a carga sem esperar partida de motor | Precisa dar a partida e estabilizar antes de assumir |
| Ruído e emissão | Sem ruído de motor e sem emissão local | Ruído e gases de escape, com exigência de local e de licença |
| Manutenção | Inspeção periódica e acompanhamento diário pela telemetria, sem motor | Óleo, filtros, partida e teste periódico com carga |
| Combustível | Nenhum: usa a energia da rede ou do solar | Diesel, que precisa ser comprado, estocado e renovado |
| Autonomia | Limitada pela capacidade em kWh instalada | Limitada pelo tanque, e se estende ao reabastecer |
| Uso diário na ponta | Sim | Possível, com custo de diesel e de manutenção a cada hora de uso |
Continuidade
Depende de como o sistema é projetado. A bateria dimensionada para a carga assume em intervalo curto, e o tempo da troca é medido no teste de entrega, não prometido no projeto.
Linha de produção e sistema de processo toleram menos interrupção do que iluminação e ar-condicionado. O projeto separa a carga que não pode parar da que aceita esperar, e a empresa recebe o sistema com a troca comprovada em teste.
O nobreak industrial protege uma carga sensível por um tempo curto e mantém a energia limpa até o gerador entrar. O sistema de baterias (BESS) opera na escala de megawatts e de horas, atende a instalação inteira ou um quadro crítico e, além do backup, participa da operação diária. Os dois podem estar na mesma empresa, cada um na sua carga.
Backup e economia
Faz. A bateria descarrega na ponta todo dia útil e mantém uma reserva para a queda de rede. O gerador só trabalha quando a rede falha, e a bateria já trabalha para a conta de energia.
Numa indústria em Atibaia, a bateria de 2 MWh e 1 MW descarrega perto de 1 MW na ponta, com nossa telemetria registrando cada descarga. O mesmo equipamento, com o sistema de controle ajustado para guardar uma parte da carga, passa a servir de backup.
O ajuste é uma decisão de projeto: quanto da capacidade fica reservada para a queda e quanto está livre para a ponta. Reservar mais dá mais horas de backup e menos corte na ponta, e a curva de carga mostra o ponto certo. O gerador, ao contrário, só devolve o investimento no dia em que a rede cai.
O custo do equipamento e o que muda o valor estão em quanto custa um sistema de baterias.

Arranjos
O arranjo sai de quanto duram as quedas no local e de quanta carga não pode parar.
Serve quando a carga crítica é definida e a queda esperada cabe na capacidade instalada. A bateria ainda corta a ponta todo dia.
Serve quando a queda pode ser longa e o tempo sem energia na partida é aceitável para a carga. Não gera economia no dia a dia.
A bateria cobre a partida do gerador e as quedas curtas. O gerador entra nas quedas longas e a bateria deixa de ser consumida.
Em detalhe
Depende do tanque e da carga ligada: o mesmo gerador dura mais com carga parcial e menos com carga cheia. Enquanto houver diesel para reabastecer, ele segue funcionando, e é essa a vantagem dele nas quedas longas. A bateria tem autonomia fixa, definida pela capacidade instalada.
Precisa quando a carga não pode ficar sem energia durante a partida. O gerador leva um intervalo para dar a partida e estabilizar, e nesse intervalo a bateria ou o nobreak mantém a carga ligada. Para carga que aceita esperar, o gerador funciona sozinho.
O tempo que o projeto definir. Ele depende de quanta capacidade fica reservada para a queda e de quanta carga precisa continuar ligada, e o estudo fecha esse número com a empresa. Quanto menor a carga crítica, mais horas a mesma bateria segura.
O nobreak industrial protege uma carga sensível por tempo curto até o gerador entrar. O BESS opera em megawatts e horas, atende a instalação ou um quadro crítico e também corta a ponta no dia a dia. Os dois podem estar na mesma empresa.
Substitui quando a carga crítica é definida e a queda esperada cabe na capacidade instalada. Quando a queda pode ser longa, o gerador fica e a bateria cobre o intervalo da partida. A decisão sai da carga medida e do histórico de quedas.
Envie as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo e, se houver, a memória de massa e o contrato de demanda. Diga também qual carga não pode parar. Nossa engenharia indica bateria, gerador ou os dois e dimensiona o conjunto.