Corta com bateria
Energia no horário de ponta
O kWh das poucas horas de ponta, no fim da tarde, custa várias vezes o do resto do dia na tarifa verde.
Conta de energia da empresa
Primeiro, achar onde está o custo. Depois, escolher o caminho que paga: bateria na ponta, solar, ajuste de contrato ou mercado livre. Fazemos as duas partes.
Ilustração de uma fábrica em dois turnos. A bateria recarrega de madrugada, quando a energia está barata, e descarrega das 18h às 21h, quando a rede entrega só até o limite.
+20MWh
em baterias (BESS) vendidas em 2025
+250
projetos de energia e engenharia desde 2018
+7MWp
em usinas solares de indústria, hospital, shopping e estádio
Antes do equipamento
Na média tensão, quatro partes pesam na conta: a energia no horário de ponta, a demanda contratada, a energia fora da ponta e a cobrança de reativo. Cada uma cai com um caminho diferente. Por isso o primeiro passo é ler a conta, e não escolher o equipamento.
Corta com bateria
O kWh das poucas horas de ponta, no fim da tarde, custa várias vezes o do resto do dia na tarifa verde.
Corta com diagnóstico e bateria
A potência que a empresa reserva com a distribuidora. Paga mesmo sem usar, e passar dela gera cobrança de ultrapassagem.
Corta com solar e mercado livre
O consumo do resto do dia, que costuma ser a maior parte dos kWh da conta.
Corta com correção do fator de potência
A cobrança que aparece quando o fator de potência fica abaixo do limite da ANEEL.

Os caminhos
Depende de onde está o custo. A bateria corta a ponta, o solar corta a energia do dia, o diagnóstico tira o que a empresa paga sem usar e o mercado livre baixa o preço da energia. Em muita empresa a resposta é uma combinação, e o estudo da conta mostra qual.
| Caminho | O que corta | Compensa quando |
|---|---|---|
| Bateria na ponta (BESS) | Energia e demanda na ponta | A empresa paga tarifa horária e usa energia no horário de ponta |
| Energia solar | Energia fora da ponta | Há telhado, solo ou estacionamento e o consumo é de dia |
| Solar com bateria | Energia de dia e na ponta | O solar sobra de dia ou a distribuidora limita a injeção na rede |
| Diagnóstico e ajuste de contrato | Demanda paga sem uso e ultrapassagem | Sempre: é o primeiro passo, antes de qualquer equipamento |
| Correção do fator de potência | A cobrança de reativo | A conta mostra reativo excedente |
| Mercado livre de energia | O preço do kWh | A empresa é de média ou alta tensão e o preço contratado fica abaixo da tarifa da distribuidora |
Numa fábrica em operação, uma bateria de 2 MWh descarrega perto de 1 MW no horário de ponta.
Baixa tensão
Aí a conta costuma ter o mesmo preço o dia inteiro, e a bateria não tem ponta para cortar. O caminho que reduz a conta é o solar, junto com a eficiência dos equipamentos. A bateria entra quando a empresa não pode parar e precisa de backup quando a rede cai.
Pelo diagnóstico da conta. Com as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo e a memória de massa do medidor dá para ver se o custo está na ponta, na demanda contratada, no reativo ou no preço da energia, e cada um tem um caminho diferente. Fazemos essa leitura antes de propor qualquer equipamento.
Reduz quando a empresa paga tarifa horária (verde ou azul), na média tensão. A bateria carrega fora do horário de ponta, quando a energia custa menos, e descarrega na ponta, quando ela custa várias vezes mais. A conta cai sem desligar nada, e a mesma bateria pode servir de backup quando a rede cai.
Sozinha, não. A usina gera de dia, e o horário de ponta fica no fim da tarde ou no começo da noite, quando o sol já baixou. O solar corta a energia consumida fora da ponta, e a bateria guarda parte dela para usar na ponta.
Não. O aparelho de tomada vendido como economizador não muda o que o medidor registra, então a conta não cai. O que existe de verdade e lembra a promessa dele é a correção do fator de potência, dimensionada depois de medir a instalação, que tira a cobrança de reativo da conta de quem paga por ela.
Envie as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo e, se houver, a memória de massa e o contrato de demanda. Nossa engenharia lê a conta e a curva de carga e indica o caminho que paga.