
Indústria em Atibaia-SP · 2,5 MWp
Usina no telhado
Usa a área que a empresa já tem e que não rende nada. É o tipo mais comum em indústria, hospital e comércio, e pede laudo da estrutura do telhado antes do projeto.
Energia solar · Indústria, hospital e comércio
Usina no telhado, no solo, no estacionamento ou sobre a água, projetada pela nossa engenharia, executada e acompanhada depois da obra.

+7MWp
em usinas solares de indústria, hospital, shopping e estádio
2,5MWp
numa usina de telhado em indústria, em Atibaia-SP
530kWp
num carport solar de shopping, em Campinas-SP
Onde a usina fica
O tipo depende da área que a empresa tem. Projetamos e executamos os quatro.

Indústria em Atibaia-SP · 2,5 MWp
Usa a área que a empresa já tem e que não rende nada. É o tipo mais comum em indústria, hospital e comércio, e pede laudo da estrutura do telhado antes do projeto.

Terreno em Pirassununga-SP · 100 kWp
Serve à empresa com terreno livre e carga alta, ou sem telhado que aguente a usina. Não depende do prédio e cresce com a carga da empresa.

Shopping em Campinas-SP · 530 kWp
Cobre o estacionamento com módulos: gera energia, dá sombra aos carros e pode alimentar carregadores de carro elétrico. A estrutura pesa mais no orçamento do que a do telhado.

Reservatório em Ribeirão Bonito-SP · 270 kWp
Os módulos ficam sobre flutuadores em reservatório, represa ou lago da própria empresa. Aproveita a lâmina de água e deixa o terreno livre.
Comparação
| Critério | Telhado | Solo | Carport | Flutuante |
|---|---|---|---|---|
| Onde fica | Cobertura de galpão, prédio ou arquibancada | Terreno livre da empresa | Estrutura sobre as vagas do estacionamento | Reservatório, represa ou lago |
| Serve quando | Há telhado livre e que aguenta o peso | Há terreno e a carga é maior que o telhado comporta | O estacionamento é grande e o telhado não basta | A empresa tem lâmina de água sem uso |
| O que pesa no investimento | O laudo da cobertura e o reforço, quando ele pede | A obra no terreno e a distância até o ponto de conexão | A estrutura própria e a obra com o estacionamento em uso | A estrutura sobre a água e a licença do reservatório |
Em muita empresa a resposta é mais de um tipo: o telhado cobre parte da carga e o estacionamento ou o terreno cobre o resto. O estudo da conta e da área diz quanto cada um entrega. Se a prioridade for pagar menos, veja o caminho para reduzir a conta de energia.
Nossas obras
Usinas em indústria, hospital, shopping e estádio, que projetamos, executamos e acompanhamos depois da ligação.
| Obra | Tipo | Potência | Módulos |
|---|---|---|---|
| Indústria em Atibaia-SP | Telhado, em duas fases | 2,5 MWp | 3.500 módulos |
| Indústria em Limeira-SP | Telhado, em duas fases | 1,5 MWp | 2.400 módulos |
| Hospital em Jaú-SP | Telhado | 600 kWp | 1.000 módulos |
| Shopping em Campinas-SP | Carport | 530 kWp | 930 módulos |
| Hospital em Jaú-SP | Telhado | 400 kWp | 730 módulos |
| Estádio em São Paulo-SP | Cobertura | 260 kWp | 480 módulos |
| Indústria em Santa Gertrudes-SP | Telhado | 170 kWp | 300 módulos |
| Reservatório em Ribeirão Bonito-SP | Flutuante | 270 kWp | 490 módulos |
| Terreno em Pirassununga-SP | Solo | 100 kWp | 160 módulos |

Pagamento e operação
Pode. A usina se paga com recurso próprio, com financiamento ou em contrato sem investimento inicial. A escolha muda o fluxo de caixa, não o projeto da usina.
O caminho sem investimento inicial, em que a empresa paga pela energia que a usina gera, tem página própria. O estudo compara os três caminhos com a mesma conta de energia.
Depois da obra, a usina pede acompanhamento da geração e manutenção programada. A manutenção de usinas solares cobre essa rotina.
Duas situações pedem projeto à parte. A usina que gera mais do que a rede aceita receber precisa de solução para a inversão de fluxo. E a que precisa de energia depois do pôr do sol ganha solar com bateria.
Para aprofundar
Vale quando a usina consome no próprio local a maior parte do que gera, porque o Fio B incide sobre a energia compensada, a que volta da rede como crédito, e não sobre a que a empresa usa na hora. Para quem pediu o acesso à distribuidora depois de 7 de janeiro de 2023, a cobrança é de 60% do Fio B em 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028. Indústria que opera de dia costuma consumir boa parte da geração, e a curva de carga mostra quanto.
O telhado vem primeiro quando há cobertura livre e que aguenta o peso, porque a estrutura é a mais simples. A usina de solo serve a quem tem terreno livre e carga maior que o telhado comporta. O carport entra quando o estacionamento é grande e a empresa quer sombra e recarga de carro elétrico, e a usina flutuante, quando há reservatório sem uso. O projeto escolhe pela área, pela carga e pelo ponto de conexão.
O preço por kWp muda com o tipo de usina, com a estrutura, com a distância até o ponto de conexão e com o preço dos módulos e do câmbio na data da compra. Usina de telhado, de solo e carport têm estruturas de custo diferentes, por isso não fixamos um valor por kWp. O orçamento sai do projeto, com a conta de energia, a visita ao local e a medição da área.
Cerca de 1.430 placas com módulos de 700 W e cerca de 1.820 com módulos de 550 W. Uma usina de 1 MW reúne 1.000 kWp de módulos, e quanto maior a potência de cada um, menos peças para instalar e manter.
Depende do arranjo da usina, da potência dos módulos e do sol que o local recebe, por isso não existe um número único por hectare. O estudo de uma usina de solo calcula a potência que cabe no terreno e a geração esperada, e é esse número que entra na conta do retorno.
Depende do estado e da forma de compensação. O ICMS é estadual e a cobrança sobre a energia injetada na rede e compensada segue regras de convênio do Confaz que cada estado aplica de um jeito. A conta da distribuidora mostra o que se paga, e conferimos a regra do estado da empresa antes de fechar o retorno da usina.
Envie as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo e, se houver, a memória de massa e o contrato de demanda. Informe também a área disponível. Nossa engenharia indica o tipo de usina, o tamanho e quanto ela corta da conta.