Carregadores
A potência de cada ponto e o tipo, em corrente alternada ou contínua, definem o preço do equipamento. Carga rápida custa mais por ponto que carga lenta.
Energia solar · Recarga de veículo elétrico
Projeto e obra da recarga de carro elétrico para shopping, posto, hotel, indústria e frota: carregadores, quadro, conexão com a distribuidora e, quando há estacionamento, a cobertura solar.

20
estações de recarga sob o carport de um shopping em Campinas-SP
30kW
de potência em 10 das estações
7,4kW
de potência nas outras 10
Investimento
Carregadores, infraestrutura elétrica, conexão, obra e gestão da cobrança formam o preço, e a parte mais pesada muda de um local para outro.
A potência de cada ponto e o tipo, em corrente alternada ou contínua, definem o preço do equipamento. Carga rápida custa mais por ponto que carga lenta.
Cresce com a potência total dos carregadores e com a distância entre o quadro geral e as vagas.
Se a carga nova passa do que a entrada de energia comporta, a entrada é ampliada. A distribuidora é comunicada antes, e conduzimos esse pedido.
Depende do local: piso, sinalização e cobertura das vagas. Em estacionamento já construído, levar a energia até as vagas pesa mais.
Entra quando a recarga é cobrada ou dividida entre usuários: a empresa controla quem carrega, quanto consome e quanto paga.
O projeto elétrico fecha as cinco partes num orçamento só, sobre a planta do estacionamento. O estudo da entrada de energia é trabalho de engenharia elétrica.
Tipo de carregador
| Critério | Corrente alternada (AC) | Corrente contínua (DC) |
|---|---|---|
| Potência típica | Baixa a média | Média a muito alta |
| Tempo de permanência | Horas: trabalho, hotel, shopping, condomínio | Minutos: parada rápida, posto, frota |
| Peso na instalação elétrica | Menor | Maior, com mais potência por ponto |
| Efeito na demanda | Soma baixa por ponto | Soma alta por ponto |
| Equipamento por ponto | Mais simples e de menor custo | Mais complexo e de maior custo |
O tipo segue o tempo que o veículo fica parado. Onde o carro passa horas, como em trabalho, hotel e shopping, o carregador em corrente alternada atende com menos investimento. Onde a parada é curta, como em posto e frota, o de corrente contínua entrega a energia no tempo da parada. Muitos locais combinam os dois.
Conta de energia
Soma a potência dos carregadores que operam ao mesmo tempo. Um carregador rápido sozinho já ocupa uma parte grande da demanda de uma empresa, e vários em uso juntos podem passar do contratado. A conta cresce em duas frentes: a demanda e a energia consumida.
Na média tensão, a distribuidora cobra a demanda contratada e uma tarifa de ultrapassagem sobre o que passa dela. A recarga de ponta de tarde, a mesma hora em que a fábrica ou o comércio já consomem mais, é o caso que mais pesa. O projeto parte da curva de carga do local e do horário em que os veículos chegam.
Em baixa tensão não há demanda contratada, mas a entrada de energia do local limita a potência. Carregador que passa desse limite pede ampliação da carga, e a distribuidora precisa ser comunicada antes.
Três recursos seguram a demanda sem reduzir o número de vagas com carregador. A gestão de carga reparte a potência entre os veículos conectados. A geração solar no próprio local reduz a energia comprada de dia, e o carport solar faz isso sobre as próprias vagas.A bateria carrega fora do horário de ponta e atende o carregador rápido sem subir a demanda da rede. O estudo de energia solar para empresas compara essas combinações com a mesma conta.
Regra de recarga
Quem monta o eletroposto define o preço da recarga e segue as regras de conexão e de equipamento da ANEEL.
A regra da ANEEL permite recarregar veículo de terceiros e cobrar pela recarga, a preço livremente negociado.
A estação de recarga é comunicada antes à distribuidora quando muda a carga ou a conexão do local.
Estação aberta a terceiros segue requisitos de equipamento da ANEEL, e nosso projeto já parte deles.
O veículo não injeta energia na rede nem gera crédito na compensação da geração distribuída. Dentro do mesmo local, o uso da energia do veículo é permitido.
O resultado do negócio depende de quanto o carregador é usado, do preço da energia comprada e da demanda que ele soma. Nenhum número vale para todo local: o estudo parte do fluxo de veículos e da conta de energia reais. A medição da geração e do consumo mostra depois o que o eletroposto entrega por mês.
Nossa obra
Projetamos e executamos, num shopping em Campinas, o carport solar e 20 estações de recarga de carro elétrico sob a cobertura: 10 de 30 kW e 10 de 7,4 kW.
A cobertura protege o ponto de recarga e os veículos. Com a usina e as estações no mesmo local, a recarga feita de dia pode usar a energia que o carport gera.
A página do carport solar trata da estrutura, da altura e do que o projeto define.



Não há valor único. O custo vem dos carregadores (potência e tipo), da infraestrutura elétrica, da conexão com a distribuidora, da obra civil e do sistema de gestão e cobrança. Carregador rápido em corrente contínua pesa mais que o de corrente alternada, e uma entrada de energia que não comporta a carga nova pede obra de ampliação. Não fixamos um preço: o orçamento sai do projeto, depois da visita ao local.
Depende do tempo que o veículo fica parado. O carregador em corrente alternada (AC) serve onde o carro passa horas, como em trabalho, hotel e shopping, e custa menos por ponto. O de corrente contínua (DC) entrega muito mais potência e serve a parada rápida, em posto e frota, com custo maior e mais demanda. Muitos locais combinam os dois.
Com um projeto elétrico que parte da carga e da entrada de energia do local. Medimos a carga, projetamos a instalação, comunicamos a distribuidora quando há carga nova, definimos os carregadores e executamos a obra, e a empresa recebe o eletroposto pronto para operar. A regra da ANEEL permite recarregar veículos de terceiros e cobrar a preço livre.
Depende do uso. O resultado é a receita da recarga menos o custo da energia, da demanda contratada e da operação, e a receita cresce com as horas de uso de cada carregador. Um ponto parado quase o dia todo não se paga, e um carregador rápido que soma demanda na ponta pesa na conta. Por isso o estudo parte do fluxo de veículos e da curva de carga do local, e não fixamos faturamento nem retorno.
Depende da potência do carregador e de quanta energia falta na bateria. Uma estação de 7,4 kW entrega até 7,4 kWh por hora de carga, e uma de 30 kW, até 30 kWh por hora. O próprio carro também limita a potência que aceita, e o final da carga é mais lento.
Há fabricantes nacionais e importados de carregadores em corrente alternada e contínua. Projetamos a instalação e definimos o equipamento pelo uso previsto do local e pelo suporte técnico disponível no Brasil, e não por marca.
Envie as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo e, se houver, a memória de massa e o contrato de demanda. Inclua a planta ou uma foto aérea do estacionamento e o uso previsto da recarga. Nossa engenharia indica o tipo e a potência dos carregadores e o que muda na conta.