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Engenharia · Termografia elétrica

Termografia elétrica e laudo termográfico para empresas

A câmera térmica acha a conexão frouxa, a sobrecarga e o componente no fim da vida antes de a instalação parar. Inspecionamos em carga e emitimos o laudo termográfico com ART.

Imagem térmica de um transformador de comando dentro do quadro, com a bobina aquecida em amarelo e máxima de 69 °C

O que a câmera encontra

O calor mostra o defeito antes da falha

A termografia elétrica mede a temperatura dos componentes de uma instalação em funcionamento, sem contato e sem desligar nada. O ponto que esquenta mais que o esperado aponta o componente que precisa de reparo.

Todo componente elétrico esquenta um pouco quando conduz corrente. O problema começa quando um ponto esquenta mais que o vizinho nas mesmas condições. A termografia acusa esse desvio enquanto ainda dá para programar o reparo, antes de o defeito virar disparo de proteção, parada de linha ou incêndio.

O que ela acha

Quatro causas de aquecimento anormal

Conexão frouxa, sobrecarga e desequilíbrio entre fases aparecem como calor antes de virar desligamento.

Conexão frouxa ou oxidada

É o achado mais comum. O ponto esquenta mais que o resto do circuito e, sem reparo, evolui para desligamento ou incêndio.

Sobrecarga

Circuito trabalhando perto do limite, em geral porque ganhou carga sem revisão do projeto.

Desequilíbrio entre fases

Uma fase mais quente que as outras indica contato ruim ou carga mal distribuída.

Componente no fim da vida

O componente desgastado esquenta antes de falhar. O laudo aponta o item a trocar na próxima parada, antes da quebra.

Termograma de conexões na subestação, com o ponto quente em vermelho e máxima acima de 90 °C
Subestação: conexão acima de 90 °C.
Termograma de cabos e conexões atrás da tela de proteção da subestação, com máxima de 88 °C
Subestação: 88 °C na conexão do cabo.
Termograma de disjuntores de baixa tensão em azul e verde, com máxima de 27 °C, sem ponto quente
Disjuntor sem anomalia: 27 °C.

Onde a inspeção entra

Seis pontos da instalação que a inspeção cobre

A inspeção vai onde a corrente é alta e o defeito custa caro: do lado de entrada da energia até a carga.

Subestação e cabine

A entrada de energia da planta, onde uma falha para tudo.

Transformador

O equipamento mais caro da entrada, inspecionado sem desligar.

Quadros e barramentos

Quadro geral e quadros de distribuição, onde uma conexão solta concentra calor.

CCM e motores

Os painéis que comandam os motores da produção e os cabos que os alimentam.

Banco de capacitores

Equipamento que envelhece e esquenta antes de perder a função.

Usina solar

Módulos, inversores e conexões, onde o ponto quente reduz a geração. Na usina, a termografia entra no plano de manutenção.

Em campo

A inspeção acontece com a planta funcionando

A inspeção é feita com a instalação em carga, sem desligar a planta, e o laudo sai assinado com ART.

1

Plano de pontos

Levantamos a instalação e combinamos com a empresa o dia em que ela estará mais exigida.

2

Planta em operação

A inspeção acontece com a planta funcionando. Sem corrente, não há aquecimento a medir, e o ponto frouxo parece normal.

3

Registro de cada ponto

Cada ponto sai em imagem térmica e em foto comum, para a manutenção achar o componente sem dúvida.

4

Classificação

Cada anomalia é classificada por gravidade, com o prazo recomendado de correção.

O documento

Do achado à correção, o laudo traz cinco partes

O laudo termográfico diz o que corrigir, em que ordem e quem responde pelo documento.

O que o laudo termográfico registra e para que serve cada parte
Parte do laudoO que registraPara que serve
Imagem térmica e visualA foto térmica do ponto e a foto comum, lado a ladoAchar o componente na planta sem dúvida
TemperaturaA temperatura de cada ponto e o tamanho do desvioMostrar o quanto o ponto foge do normal
CriticidadeGravidade de cada anomalia, pesando o que o equipamento representa para a operaçãoOrdenar o que corrigir primeiro
Recomendação e prazoA correção indicada e o prazo sugeridoProgramar a parada ou a manutenção
ARTRegistro de responsabilidade técnica do engenheiro que assinaDar responsável técnico ao laudo

Preço, ciclo e responsável

O valor e a frequência saem da instalação, não de tabela

O valor depende do número de pontos e do acesso a eles. A frequência vem do plano de manutenção da empresa e, quando há, da exigência da seguradora.

O que puxa o preço é a quantidade de quadros, painéis e conexões a inspecionar, o acesso (subestação com acesso restrito, quadros em altura), o número de equipamentos de grande porte e o deslocamento. O valor sai do unifilar e da lista de quadros, antes da visita.

A periodicidade acompanha a criticidade da instalação e o que o plano de manutenção prevê. Quem tem seguro patrimonial costuma ser cobrado pela seguradora, e o laudo anterior mostra se há anomalia a acompanhar. O prontuário de instalações elétricas é tratado na página de laudo e prontuário NR-10.

Os engenheiros eletricistas Oderci Lopes Neto (CREA-SP 5070295449) e Gabriel Cortes Guilhard (CREA-SP 5070403336) assinam o laudo e a ART.

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Perguntas frequentes

O que é termografia elétrica e o que ela encontra?

É a medição da temperatura de quadros, barramentos, transformadores e conexões com câmera térmica, com a instalação em funcionamento. Ela encontra conexão frouxa ou oxidada, sobrecarga, desequilíbrio entre fases e componente no fim da vida, antes de o defeito parar a planta.

Quanto custa um laudo de termografia?

Depende do número de quadros, painéis e conexões a inspecionar, do acesso a eles, da quantidade de equipamentos de grande porte e do deslocamento. O valor sai depois de ver o unifilar e a lista de quadros. Quem envia esses dados e o endereço recebe a proposta com escopo e prazo.

Como é feita a termografia em subestação e em quadros?

Com a instalação em carga, porque sem corrente não há aquecimento a medir. Registramos cada ponto em imagem térmica e em foto comum e classificamos cada anomalia por gravidade, com o prazo recomendado de correção. A planta não precisa parar.

O que o laudo termográfico traz?

Imagem térmica e imagem visual de cada ponto, a temperatura medida, a criticidade de cada anomalia, a recomendação de correção com o prazo sugerido e a ART do engenheiro que assina. O laudo ordena o que corrigir primeiro.

De quanto em quanto tempo fazer a termografia?

Depende da criticidade da instalação e do plano de manutenção da empresa. Quem tem seguro patrimonial costuma receber a exigência da seguradora, e o laudo anterior mostra se há anomalia a acompanhar. Definimos o ciclo junto com a empresa, depois da primeira inspeção.

Quem pode assinar o laudo termográfico?

O engenheiro com atribuição no CREA, que emite a ART do serviço. Os nossos laudos são assinados pelos engenheiros eletricistas Oderci Lopes Neto e Gabriel Cortes Guilhard, responsáveis técnicos da engenharia. Laudo sem ART não tem responsável técnico.

Termografia elétrica na sua instalação

Envie o unifilar, a lista de quadros e o endereço da planta. Respondemos com os pontos a inspecionar, o prazo e o valor.