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Energia · Mercado livre

Mercado livre de energia para empresas

Estudo de viabilidade, migração e gestão no mercado livre. O Grupo Partners lê as contas de 12 meses ou o histórico de consumo, escolhe o modelo de contratação e acompanha a empresa depois da migração.

Quem pode

Média e alta tensão já migram, e a baixa tensão abre em novembro de 2027

Todo consumidor do Grupo A, atendido em tensão igual ou superior a 2,3 kV, pode escolher o fornecedor de energia desde 1º de janeiro de 2024, qualquer que seja a carga.

Quem pode migrar para o mercado livre de energia hoje e como participa, por tipo de consumidor
ConsumidorSituaçãoComo participa
Grupo A, carga de 500 kW ou maisPode migrarAdesão própria à CCEE ou representação por agente varejista
Grupo A, carga abaixo de 500 kWPode migrar desde 1º de janeiro de 2024Representado por agente varejista na CCEE
Baixa tensão (abaixo de 2,3 kV), comércio e indústriaEscolha livre a partir de 25 de novembro de 2027Representado por agente varejista, com aviso de 90 dias à distribuidora
Baixa tensão, demais consumidoresEscolha livre a partir de 25 de novembro de 2028Representado por agente varejista, com aviso de 90 dias à distribuidora

Abaixo de 500 kW, o consumidor do Grupo A participa por meio de um agente varejista, que o representa na CCEE. Quem fatura pelo Grupo B, mesmo ligado em média tensão, não tem a opção. Na baixa tensão, as datas vêm do Decreto 13.097/2026, que manda a ANEEL regulamentar as tarifas e o produto padrão antes da abertura.

Para aprofundar

O serviço

Do estudo à gestão, em quatro etapas

O estudo vem primeiro: só ele diz se a migração compensa para a conta da empresa.

1

Estudo de viabilidade

As contas de 12 meses ou o histórico de consumo, o contrato de demanda e a memória de massa mostram quanto da fatura é energia e quanto é uso da rede. O estudo compara o custo atual com o das ofertas do mercado livre.

2

Modelo de contratação

Definimos com a empresa o volume, o prazo e a forma de participação no mercado, fornecemos a energia e fazemos o contrato.

3

Migração

Conduzimos a saída do contrato com a distribuidora, projetamos a adequação da medição e fazemos a entrada no mercado livre, dentro dos prazos da regra.

4

Gestão depois da migração

Depois da migração, monitoramos o consumo, conferimos a medição e as duas faturas, fazemos a operação e a manutenção e acompanhamos o vencimento do contrato, para a empresa decidir a renovação com antecedência.

Prazos

Os avisos e os prazos que contam na migração e no retorno

O aviso à distribuidora é o prazo mais longo da migração, e o estudo deve terminar antes dele.

Os prazos que contam na migração para o mercado livre e no retorno ao mercado regulado, por tipo de consumidor
EtapaPrazoVale para
Aviso para encerrar o contrato de compra de energia com a distribuidoraNo mínimo 180 dias antes do fim da vigência, ou da data pretendida quando o contrato não tem prazo. A distribuidora pode reduzirGrupo A
Aviso para migrarNo mínimo 90 dias antes da data de migração pretendidaBaixa tensão, a partir de 2027
Retorno ao mercado reguladoAviso de 5 anos, que a distribuidora ou a regulamentação pode reduzirGrupo A
Retorno ao mercado reguladoAviso de 1 ano, que a distribuidora ou a ANEEL pode reduzirBaixa tensão

Na conta

A conta passa a ter duas cobranças

A distribuidora continua cobrando o uso da rede e a demanda contratada, e o fornecedor escolhido cobra a energia, pelo preço e pelo prazo que a empresa negociou.

A rede é a mesma: a distribuidora segue responsável pela entrega e pela manutenção do serviço. O que muda é a compra. O preço da energia deixa de seguir a tarifa e passa a ser contrato, com valor, volume, prazo e forma de pagamento negociados.

A empresa precisa contratar toda a sua carga, e o consumo sem contrato sujeita a penalidade. Por isso o estudo compara as duas cobranças somadas com a fatura atual, e a queda da conta sai dessa comparação, não de uma média de mercado.

Tela do Energy BRAIN com a memória de massa de um ano: as 8.760 horas de consumo lidas do medidor, com a faixa tarifária de cada hora e o resumo de consumo e demanda na ponta e fora dela.
A memória de massa do medidor, hora a hora, é a base da migração: mostra o consumo e a demanda em cada faixa, e é com ela que o contrato no mercado livre é dimensionado.

Com solar e bateria

Usina solar e bateria entram no cálculo do contrato

O mercado livre muda a compra da energia, e a demanda contratada continua com a distribuidora. A usina solar reduz o volume a comprar, e a bateria reduz a demanda na ponta.

A energia que a usina gera de dia abate o consumo, então o volume do contrato deve ser fechado já com a geração descontada. Contratar o volume cheio e instalar a usina depois deixa a empresa com energia contratada a mais.

A usina solar e a bateria entram no mesmo estudo, para o contrato e o equipamento serem dimensionados juntos. Quando a empresa ainda não sabe onde está o custo, o diagnóstico energético vem antes.

Caminhos que se combinam com o mercado livre

Perguntas frequentes

Quem pode migrar para o mercado livre de energia?

Todo consumidor do Grupo A, atendido em tensão igual ou superior a 2,3 kV, pode migrar desde 1º de janeiro de 2024, qualquer que seja a carga. Abaixo de 500 kW, a empresa participa representada por um agente varejista na CCEE. Quem fatura pelo Grupo B, mesmo ligado em média tensão, fica de fora.

Empresa de baixa tensão pode migrar para o mercado livre?

Ainda não. O Decreto 13.097/2026 fixa a escolha livre do fornecedor para consumidores industriais e comerciais abaixo de 2,3 kV a partir de 25 de novembro de 2027, e para os demais a partir de 25 de novembro de 2028. Esses consumidores serão representados por agente varejista e avisam a distribuidora com 90 dias de antecedência.

Quanto tempo leva para migrar para o mercado livre?

O contrato de compra de energia com a distribuidora se encerra com aviso de no mínimo 180 dias, prazo que a distribuidora pode reduzir, e a adequação da medição e a adesão acontecem nesse intervalo. O prazo total muda com a vigência do contrato atual, e o estudo de viabilidade o calcula para cada empresa.

O que muda na conta de energia no mercado livre?

A empresa passa a receber duas cobranças. A distribuidora continua cobrando o uso da rede e a demanda contratada, e o fornecedor cobra a energia pelo preço e pelo prazo do contrato. Quanto a conta cai depende do preço contratado em relação à tarifa atual, e só as contas de 12 meses ou o histórico de consumo mostram esse número.

Dá para voltar ao mercado regulado depois de migrar?

Dá. No Grupo A, o retorno exige aviso de 5 anos à distribuidora, que ela pode reduzir. Na baixa tensão, o decreto garante o retorno com aviso de 1 ano, também reduzível. Por isso a decisão de migrar pede o estudo antes.

Mercado livre de energia vale a pena para a empresa?

Vale quando o preço da energia contratada, somado ao uso da rede, fica abaixo do que a empresa paga hoje na tarifa da distribuidora. Isso muda com o perfil de consumo e com o momento do mercado. O estudo de viabilidade compara os dois cenários com as contas de 12 meses ou o histórico de consumo.

Estudo de viabilidade do mercado livre para a sua empresa

Envie as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo e, se houver, a memória de massa e o contrato de demanda. Nossa engenharia compara a fatura atual com o mercado livre e indica se a migração compensa.