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Engenharia · Diagnóstico energético

Diagnóstico energético para empresas e indústrias

Onde a energia é perdida e quais medidas se pagam primeiro. Medimos em campo e entregamos o relatório com o ganho de cada medida.

Sala de painéis de baixa tensão e transformadores durante visita técnica da nossa engenharia

O relatório

O relatório lista as medidas, o ganho de cada uma e a ordem de retorno

O diagnóstico entrega um relatório com as perdas encontradas, a medida que corrige cada uma, o investimento e o ganho esperado, ordenados do retorno mais rápido para o mais lento. A empresa decide o que executa e em que ordem.

O ponto de partida é a medição, e não a suposição. Dois relatórios de duas plantas não se parecem: onde uma paga reativo, a outra contrata demanda a mais, e uma terceira perde energia em vazamento de ar comprimido. Por isso o relatório traz o ganho de cada medida, medida por medida, e não um percentual único para a planta.

O diagnóstico também separa o que se resolve no contrato e na operação, sem obra, do que pede equipamento. A primeira parte costuma financiar a segunda.

Escopo

O diagnóstico mede oito pontos da instalação

O escopo muda com o processo da empresa: cada planta entra com as utilidades que tem.

Conta e histórico de 12 meses

Demanda, energia no horário de ponta e fora dele, multas e reativo. A conta mostra onde está o custo antes de qualquer medição.

Demanda e curva de carga

O consumo hora a hora. Mostra o pico, quando ele acontece e quanto da demanda contratada a planta usa de fato.

Fator de potência

Fator baixo vira cobrança de reativo na conta e ocupa a capacidade do transformador e dos cabos.

Motores

Motor grande demais para a carga, ou ligado sem necessidade, consome energia sem produzir.

Ar comprimido

É uma das utilidades em que a energia mais se perde sem ser vista.

Iluminação

O que vale trocar e o que fica, pesando as horas de uso de cada área.

Climatização e refrigeração

Equipamento e horário de operação, onde o conforto ou o processo pedem frio.

Qualidade de energia

Distorções e quedas de tensão que aquecem equipamento, aumentam perdas e derrubam processo.

Mapa de calor do consumo de energia de uma fábrica no Energy BRAIN, com as horas do dia na vertical e os dias de um ano na horizontal, do verde (consumo baixo) ao vermelho (consumo alto), e as anomalias marcadas.
Um ano de consumo, hora a hora: cada coluna é um dia. O mapa mostra onde a carga pesa, o consumo que não para à noite e os dias fora do padrão, marcados como anomalia.

Em campo

Quatro etapas, do levantamento ao relatório

A medição acontece com a planta em operação, sem parada. A empresa recebe o relatório com as medidas em ordem de retorno.

1

Levantamento

Contas de 12 meses ou histórico de consumo, memória de massa, unifilar, lista de cargas, turnos e processo. Definimos o escopo antes de ir a campo.

2

Medição em campo

Medição com a planta em operação, concentrada nos pontos que mais pesam na conta.

3

Análise

A medição é cruzada com a operação e com a conta. Cada perda vira uma medida, com o custo da intervenção e o ganho esperado.

4

Relatório

Lista de medidas em ordem de retorno, cada uma com o ganho e o investimento. A empresa decide o que executa.

Prioridade

Medida de custo baixo costuma se pagar primeiro

Costumam se pagar primeiro as que ajustam contrato e operação, sem obra grande. O relatório mede cada uma na planta, porque o ganho muda de empresa para empresa.

  • Ajuste do contrato de demanda ao que a planta usa de fato, sem pagar a mais nem pagar ultrapassagem.
  • Fim da cobrança de reativo na conta.
  • Perdas de utilidade que ninguém vê, como o ar comprimido.
  • Iluminação e climatização ajustadas ao uso real de cada área.
  • Motores operando na medida da carga que movem.

Trocar equipamento, instalar bateria na ponta ou construir uma usina solar entram depois, com o retorno calculado sobre o consumo que sobrou. Dimensionar solar ou bateria antes do diagnóstico é comprar equipamento para uma carga que ainda pode encolher.

Análise de uma fatura de energia no Energy BRAIN, com ultrapassagem de demanda na ponta, excedente de energia reativa e as oportunidades de solar, bateria e mudança do perfil de carga, cada uma com o impacto estimado por mês.
A leitura da fatura já separa o que é perda (ultrapassagem de demanda, reativo) do que é oportunidade (solar, bateria, deslocar carga da ponta), com o impacto de cada uma por mês.

Preço

O preço do diagnóstico depende de cinco fatores

Do tamanho da planta, da duração da medição, do número de utilidades no escopo, da qualidade dos dados de partida e do acesso aos pontos. Não há preço de tabela: o valor sai depois do levantamento.

  • O tamanho da planta e o número de quadros a medir.
  • O tempo de medição, que acompanha o ciclo de produção.
  • O número de utilidades no escopo: ar comprimido, climatização, iluminação, motores.
  • A qualidade dos dados de partida: unifilar atualizado, contas e lista de cargas.
  • A distância e o acesso aos pontos de medição.

Quem envia as contas de 12 meses ou o histórico de consumo, o unifilar e a lista de cargas recebe a proposta com escopo, prazo e valor.

Eficiência e retrofit

Do diagnóstico à obra, na mesma engenharia

O relatório aponta troca de equipamento, correção de fator de potência, bateria na ponta ou solar, conforme o que a medição mostrou. Projetamos e executamos com a mesma engenharia que mediu.

A auditoria energética tem norma internacional, a ISO 50002-1, que estrutura o processo e a priorização das ações de melhoria. Para manter o resultado ao longo dos anos, a ISO 50001 trata do sistema de gestão de energia da empresa.

O que o relatório costuma indicar

Para aprofundar

Perguntas frequentes

O que é um diagnóstico energético?

É o levantamento e a medição de como a empresa usa a energia, para achar onde ela se perde. O resultado é um relatório com as medidas de melhoria, o ganho de cada uma e a ordem de retorno. A empresa decide o que executa.

Quanto custa um diagnóstico energético?

Depende do tamanho da planta, do número de quadros a medir, da duração do registro e de quantas utilidades entram no escopo, como ar comprimido, climatização e iluminação. Não existe preço de tabela: o valor sai depois do levantamento. Quem envia as contas de 12 meses ou o histórico de consumo e o unifilar recebe a proposta com escopo e prazo.

Como é feito o diagnóstico energético em uma indústria?

Em quatro etapas: levantamento de contas, cargas e processo; medição em campo, com a planta em operação; análise cruzando a medição com a rotina da fábrica; e relatório com as medidas em ordem de retorno. A planta não precisa parar para a medição.

O que se mede em um diagnóstico energético?

A conta e o histórico de 12 meses, a demanda e a curva de carga, o fator de potência, os motores, o ar comprimido, a iluminação, a climatização e a qualidade de energia. O escopo muda com o processo: uma fábrica com ar comprimido mede essa utilidade, e um prédio comercial dá mais peso à climatização.

Qual a diferença entre diagnóstico energético e auditoria energética?

Na prática, é o mesmo trabalho: medir o uso da energia e apontar o que melhorar. O nome auditoria energética é o da norma internacional ISO 50002-1, que estrutura o processo e a priorização das ações. A ISO 50001 é outra coisa: trata do sistema de gestão que mantém o resultado depois.

O diagnóstico energético reduz a conta de energia?

Reduz o que a medição encontrar, e o quanto depende da planta. Uma empresa que contrata demanda a mais ou paga reativo corta custo com ajuste simples. Outra, com a conta já enxuta, tem pouco a ganhar em contrato e olha para equipamento, bateria ou solar. Por isso o relatório traz o ganho de cada medida, e não um percentual geral.

Diagnóstico energético da sua empresa

Envie as contas dos últimos 12 meses ou o histórico de consumo, o diagrama unifilar e a lista de cargas e, se houver, a memória de massa e o contrato de demanda. Respondemos com o escopo, o prazo e o valor.