Usina no local
Terreno disponível
A empresa tem área livre no próprio sítio, no pátio ou no entorno da planta e quer gerar a energia que a carga consome.
Energia solar · Terreno da empresa
Módulos em estrutura sobre o terreno, ligados à rede da distribuidora ou à carga da empresa. O Grupo Partners projetou e executou uma usina de solo própria em Pirassununga-SP.

+7MWp
em usinas solares de indústria, hospital, shopping e estádio
100kWp
na nossa usina em solo, em Pirassununga-SP
160
módulos fotovoltaicos, nessa mesma usina
Quando faz sentido
Terreno livre, telhado pequeno ou fraco e usina longe da carga levam a empresa ao solo. Em todos os casos, o levantamento do terreno vem antes do projeto.
Usina no local
A empresa tem área livre no próprio sítio, no pátio ou no entorno da planta e quer gerar a energia que a carga consome.
Telhado não serve
A cobertura é menor que a carga pede, está tomada por equipamento ou não aguenta o peso. A usina de solo não depende do que há sobre o prédio.
Geração distribuída
A usina fica em outro terreno e a energia é compensada na conta da empresa, dentro das regras da geração distribuída e da distribuidora.
A usina de solo é um dos quatro tipos descritos em energia solar para empresas. Quem tem estacionamento e pouco terreno encontra outra saída no carport solar. Quem tem reservatório sem uso pode comparar com a usina solar flutuante.
Terreno
O terreno define o custo da obra, a potência que cabe e o prazo de licença. O levantamento vem antes do projeto e do orçamento.
Relevo
O relevo define quanta terraplenagem a obra pede e quanta potência cabe no terreno.
O que há sob o terreno
O solo decide como a estrutura se fixa ao terreno, o que pesa no custo e no prazo da obra.
Chuva e erosão
Água parada e erosão ameaçam a estrutura e o acesso. O caminho da chuva fica resolvido no projeto, antes da obra.
Horizonte
Árvore, morro e construção vizinha entram no estudo, para o projeto evitar a perda de geração que dá para evitar.
Obra e manutenção
Caminhão com módulos, guindaste e equipe de manutenção precisam chegar à usina em qualquer estação do ano.
Ponto de conexão
A distância até o ponto de conexão pesa no investimento. A capacidade da rede local vem da consulta à distribuidora, antes de fechar o tamanho da usina.
Quem aprova
O zoneamento do município, a supressão de vegetação e o licenciamento ambiental dependem da área e do local, e entram no cronograma desde o começo.
Estrutura
Estrutura fixa ou que acompanha o sol, cravada ou sobre base: decidimos pelo terreno e pelo retorno, nunca pela marca.
Mesa fixa
Os módulos ficam fixos na posição que o projeto define. Custa menos e pede pouca manutenção.
Rastreador
Os módulos acompanham o sol ao longo do dia e geram mais por módulo, com mais investimento, mais área e manutenção mecânica. O estudo diz se o ganho paga a diferença naquele local.
Estaca cravada
A estrutura vai direto no terreno, sem concreto, e a montagem é mais rápida. Serve ao solo que a aceita, o que os ensaios no local confirmam.
Fundação de concreto
Para o solo que não aceita estaca. Leva mais obra civil e mais prazo.
Comparação
A escolha sai da área disponível, da carga da empresa e do laudo da cobertura.
| Critério | Usina em solo | Usina em telhado |
|---|---|---|
| Área | Terreno livre, que precisa de levantamento | Cobertura que já existe e que o laudo precisa liberar |
| Estrutura | Mesa fixa ou rastreador, sobre estaca ou fundação | Fixação sobre a cobertura, a estrutura mais simples |
| Acesso para manutenção | A pé ou de veículo, com vegetação e cerca para cuidar | Pela cobertura, com linha de vida e trabalho em altura |
| Obra civil | Terraplenagem, fundação, drenagem, cerca e acesso pesam no custo | Pouca obra civil: reforço da cobertura quando o laudo pede |
| Prazo | Soma licença do terreno e obra civil antes da montagem | Depende do laudo da cobertura e da janela da operação do prédio |
| Serve quando | Há terreno livre e a carga é maior que o telhado comporta | Há cobertura livre que aguenta o peso |
Quando a empresa tem terreno e telhado, o estudo compara as duas com a mesma conta de energia e o mesmo ponto de conexão.
Nossa usina
Projetamos e executamos a usina em terreno próprio, com projeto e obra da mesma engenharia que atende o cliente.
Conexão e operação
A conexão passa pela aprovação da distribuidora, que conduzimos do pedido à vistoria. Em usina maior, a ligação pode pedir cabine ou subestação própria, e a distribuidora analisa se a rede local recebe a injeção. O projeto da cabine está em projeto de subestação. A análise da distribuidora está em inversão de fluxo.
Depois da obra, o terreno pede rotina própria: cerca, vegetação, drenagem e erosão entram no plano junto com a limpeza dos módulos e a inspeção elétrica. O plano completo está em manutenção de usinas solares.
A empresa que quer a usina sem aportar o capital encontra as alternativas em energia solar sem investimento. O projeto elétrico e os laudos da instalação estão na página de engenharia elétrica.
É uma usina fotovoltaica instalada em terreno, com os módulos em estrutura metálica fixada ao solo. A energia segue por cabo até o ponto de conexão com a rede ou com a carga da empresa. É a opção de quem tem área livre e carga maior do que o telhado comporta.
Precisa da aprovação da distribuidora para a conexão. A licença ambiental e a autorização de uso do solo dependem do porte da usina, da área, do município e do órgão do estado. Levantamos esse caminho no início, junto com o estudo do terreno, porque ele entra no cronograma.
Toda a parte metálica da usina, da estrutura aos inversores e quadros, é ligada a um aterramento projetado para o solo daquele terreno, medido no local. Ele protege pessoas e equipamentos, e o projeto avalia também a proteção contra descargas atmosféricas pelo risco da instalação. Os dois fazem parte do projeto elétrico da usina.
O rastreador de um eixo gira os módulos para acompanhar o sol e gera mais por módulo do que a mesa fixa. Em troca, a usina ganha motor, controle e manutenção mecânica, e as fileiras pedem mais espaço. O ganho muda com o local, e o estudo compara a geração a mais com o custo a mais antes de decidir.
Dá, pelo autoconsumo remoto: a usina fica em outro terreno e a energia que ela injeta é compensada na conta da empresa. As condições dependem da Lei 14.300 e das regras da distribuidora. Conferimos o enquadramento no estudo, antes de fechar o terreno.
Informe a localização do terreno, a área e a conta de energia da empresa. Nossa engenharia avalia o terreno e o ponto de conexão e indica o tamanho da usina.